Painel Fx2 IgE para Frutos do Mar
Painel Fx2 IgE para Frutos do Mar
R$ 47,00
Painel Fx2 IgE para Frutos do Mar
R$ 47,00
Informações da coleta
Prazo do resultado
3 dias úteis
Material coletado
SORO
Método de coleta
Segunda a sábado
Instruções de preparo
Jejum: Não é necessário jejum ou preparos especiais. (FX2)
Painel Fx2 IgE para Frutos do Mar
Painel de triagem que investiga, em uma única coleta de sangue, a sensibilização alérgica a cinco frutos do mar: bacalhau, camarão, mexilhão azul, atum e salmão.
O que é o exame de IgE painel para frutos do mar (FX2)?
O exame de IgE painel para frutos do mar investiga, em uma única coleta de sangue, a presença de anticorpos IgE contra cinco alérgenos ao mesmo tempo: bacalhau (F3), camarão (F24), mexilhão azul (F37), atum (F40) e salmão (F41). É um exame de triagem, pensado para avaliar de forma prática a sensibilização a esse grupo de alimentos sem a necessidade de coletas separadas para cada item.
A alergia a frutos do mar e peixes é considerada, segundo o Diagnósticos do Brasil, a alergia alimentar mais frequente entre adultos, ao contrário das alergias ao leite e ao ovo, que predominam na infância. Crustáceos como o camarão compartilham uma proteína chamada tropomiosina, resistente ao calor do cozimento, o que explica por que algumas pessoas reagem mesmo a preparações bem cozidas.
Um resultado positivo no painel indica que o organismo produziu IgE contra um ou mais dos alérgenos testados, mas não aponta sozinho qual deles é o responsável pelos sintomas. A presença de IgE detectável também não confirma, por si só, doença alérgica clínica: a interpretação deve sempre ser feita pelo médico junto ao histórico e aos sintomas do paciente.
Para que serve o exame de IgE painel para frutos do mar?
O exame FX2 é indicado como triagem inicial para pessoas que apresentam sintomas após o consumo de peixes ou frutos do mar, como urticária, inchaço, coceira na boca, vômitos, diarreia, coriza ou falta de ar. É especialmente útil para quem consome esses alimentos com frequência, como moradores de regiões litorâneas, e relata reações recorrentes.
O painel é composto pelos seguintes alérgenos:
- Bacalhau (F3): peixe amplamente consumido, com destaque no período de festas no Brasil;
- Camarão (F24): crustáceo com uma das maiores taxas de alergia alimentar entre adultos;
- Mexilhão azul (F37): molusco comum em pratos de frutos do mar;
- Atum (F40): peixe presente em conservas e pratos variados;
- Salmão (F41): peixe de consumo crescente em sushis, grelhados e conservas.
Quais as doenças relacionadas ao exame?
O exame de IgE painel para frutos do mar pode estar associado à investigação de:
Cutâneas:
- Urticária: manchas avermelhadas com coceira, de surgimento rápido após a ingestão;
- Angioedema: inchaço de lábios, língua, pálpebras ou outras regiões.
Gastrintestinais:
- Hipersensibilidade gastrintestinal imediata: náuseas, vômitos e diarreia logo após a ingestão;
- Síndrome da alergia oral: coceira e formigamento nos lábios e na boca.
Respiratórias e sistêmicas:
- Asma: crises de falta de ar e chiado relacionadas ao alimento;
- Anafilaxia: reação alérgica sistêmica grave, com risco de vida, que exige atendimento de emergência imediato.
É necessário algum tipo de jejum ou preparo para realizar este exame?
Não é necessário jejum ou preparos especiais. Você pode comer e beber água normalmente antes da coleta de sangue.
Informe ao médico sobre medicamentos em uso, especialmente anti-histamínicos, que podem interferir em alguns tipos de testes alérgicos. O profissional orientará se há necessidade de suspender alguma medicação antes da coleta.
Conteúdo revisado por: Camila Weber, Farmacêutica e Bioquímica (CRF-PR 15.904)
Responsável Técnico: Dr. Gustavo Aguiar Campana (CRM-SP 112181).
Perguntas frequentes
Não necessariamente. O painel testa alérgenos de grupos diferentes: crustáceos (camarão), moluscos (mexilhão) e peixes (bacalhau, atum, salmão). A alergia a crustáceos e a alergia a peixes são consideradas famílias distintas, então é possível ser alérgico a um grupo e tolerar bem o outro. Um resultado positivo no painel indica sensibilização a pelo menos um dos itens, e o médico pode solicitar testes individuais para identificar exatamente qual.
Não, na maioria dos casos. As principais proteínas alergênicas de crustáceos e peixes, como a tropomiosina, são bastante resistentes ao calor. Isso significa que cozinhar, grelhar ou fritar o alimento normalmente não elimina o potencial alergênico para quem já é sensibilizado. Mesmo o vapor liberado durante o preparo pode, em pessoas com sensibilização intensa, desencadear sintomas respiratórios.
O exame costuma ser solicitado pelo médico quando já existe suspeita clínica, como sintomas após o consumo desses alimentos, e não como rastreio geral em pessoas sem histórico de reação. Se você tem dúvidas sobre a necessidade do exame, converse com seu médico: ele avaliará seu histórico alimentar e familiar para indicar a investigação mais adequada ao seu caso.
