Exame D202 IgE Específico para Ácaro Dermatophagoides pteronyssinus
Exame D202 IgE Específico para Ácaro Dermatophagoides pteronyssinus
R$ 28,00
Exame D202 IgE Específico para Ácaro Dermatophagoides pteronyssinus
R$ 28,00
Informações da coleta
Prazo do resultado
3 dias úteis
Material coletado
SORO
Método de coleta
Segunda a sábado
Instruções de preparo
Jejum: Não é necessário jejum ou preparos especiais. (D202)
Exame D202 IgE Específico para Ácaro Dermatophagoides pteronyssinus
Agende o exame IgE Específico D202 que identifica sensibilização ao ácaro da poeira doméstica e agende online com segurança.
O que é o Exame D202 IgE Específico para Ácaro Dermatophagoides pteronyssinus?
O exame de IgE específico para Dermatophagoides pteronyssinus mede anticorpos do tipo IgE direcionados contra o alérgeno molecular nDer p 1, uma das principais proteínas do ácaro da poeira doméstica.
O código laboratorial desse exame é D202 e o método utilizado é a quimioluminescência, uma técnica precisa amplamente adotada em laboratórios clínicos para detectar e quantificar anticorpos no sangue.
O Dermatophagoides pteronyssinus é um ácaro microscópico que vive em colchões, travesseiros, tapetes, cortinas e outros ambientes com poeira doméstica. Ele é uma das causas mais comuns de alergias no Brasil e no mundo. A proteína nDer p 1 é responsável por grande parte das reações alérgicas associadas à poeira doméstica.
Esse exame é indicado por médicos especialistas para investigar alergias respiratórias, de pele e outras reações que podem estar relacionadas à exposição a ácaros. Se você tem crises de espirros, coriza frequente, coceira nos olhos ou na pele, especialmente em casa ou ao acordar, Seu médico pode solicitar esse exame para entender melhor a origem dos sintomas.
Para que serve o exame de IgE Específico para Dermatophagoides pteronyssinus?
Esse exame serve para avaliar se o sistema imunológico produz anticorpos IgE em resposta à proteína nDer p 1 do ácaro Dermatophagoides pteronyssinus, o que os médicos chamam de sensibilização. A identificação dessa sensibilização pode ajudar o médico a:
- Confirmar ou descartar alergia a ácaro da poeira doméstica como causa dos sintomas;
- Investigar a origem de rinite alérgica, asma, dermatite atópica ou urticária;
- Orientar o tratamento mais adequado, incluindo imunoterapia (vacinas para alergia);
- Monitorar a resposta ao tratamento em andamento.
Quando o exame é solicitado?
O exame é solicitado principalmente por alergistas e imunologistas, mas também pode ser pedido por otorrinolaringologistas, dermatologistas e clínicos gerais que investigam causas alérgicas para os sintomas do paciente.
Sintomas como espirros frequentes ao acordar, coriza sem causa infecciosa clara, tosse seca persistente, chiado no peito, coceira nos olhos e piora em ambientes com poeira são situações que costumam motivar a solicitação desse exame.
É importante saber que um resultado positivo não significa automaticamente que há uma doença alérgica ativa. A interpretação do exame deve sempre ser feita pelo médico, levando em conta sintomas e histórico clínico.
Quais as doenças ou condições podem estar relacionadas ao exame?
A sensibilização ao ácaro Dermatophagoides pteronyssinus pode estar associada a diversas condições alérgicas. As principais são:
- Rinite alérgica: manifesta-se com espirros, coriza, coceira e congestão nasal, podendo ocorrer de forma persistente; está entre as condições mais frequentemente associadas à alergia a ácaros;
- Asma: doença respiratória crônica com episódios de chiado, falta de ar, aperto no peito e tosse; a exposição a ácaros pode estar associada ao desencadeamento ou agravamento de crises;
- Dermatite atópica: condição inflamatória da pele com coceira intensa, vermelhidão e ressecamento; a sensibilização a alérgenos ambientais como ácaros pode estar associada ao agravamento dos sintomas;
- Urticária: manchas avermelhadas e elevadas na pele acompanhadas de coceira intensa, que em casos alérgicos pode estar relacionada à exposição a ácaros domésticos;
- Anafilaxia: em casos mais raros e graves, a exposição intensa a alérgenos pode estar associada a reações alérgicas generalizadas; o diagnóstico precoce da sensibilização ajuda na prevenção.
A presença de IgE específico no exame não confirma sozinha o diagnóstico de nenhuma dessas doenças. A avaliação médica completa é indispensável.
É necessário algum tipo de jejum ou preparo para realizar este exame?
Não é necessário jejum nem restrição alimentar. Você pode comer e beber normalmente antes da coleta.
Informe ao laboratório ou ao seu médico se estiver tomando algum medicamento, especialmente corticoides ou anti-histamínicos (antialérgicos), pois eles podem influenciar o resultado. Também informe se tiver feito alguma vacina recentemente ou se tiver histórico de reações alérgicas graves.
A coleta é feita por exame de sangue venoso, da mesma forma que a maioria dos exames laboratoriais de rotina.
Conteúdo revisado por: Camila Weber, Farmacêutica e Bioquímica (CRF-PR 15.904).
Responsável Técnico: Dr. Gustavo Aguiar Campana (CRM-SP 112181).
Perguntas frequentes
Não. Esse exame não exige jejum nem nenhuma restrição alimentar. Você pode se alimentar e beber normalmente antes da coleta.
Não necessariamente. Um resultado positivo indica que o sistema imunológico produziu anticorpos IgE contra o alérgeno do ácaro, chamado de sensibilização. Mas a presença desses anticorpos não confirma sozinha o diagnóstico de doença alérgica ativa. Da mesma forma, um resultado negativo não exclui completamente a alergia. Apenas o médico pode interpretar o resultado junto com os seus sintomas.
Ambos avaliam sensibilização a alérgenos, mas de formas diferentes. O teste de puntura é feito na pele e mostra reações imediatas. O exame de IgE específico no sangue pode ser mais indicado quando o paciente usa medicamentos que podem interferir no teste cutâneo, tem dermatite extensa ou precisa de maior precisão na identificação do alérgeno molecular. O médico decide qual exame é mais adequado para cada caso.
Sim. Após a confirmação da sensibilização e o diagnóstico médico, o tratamento pode incluir medidas de controle ambiental (capas antiácaros, lavagem de roupas de cama em água quente, entre outras), medicamentos e, em alguns casos, imunoterapia alérgica (vacinas para alergia), que pode reduzir progressivamente a reação ao alérgeno. Converse com seu médico sobre as opções mais adequadas para o seu caso.
