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    Exame de IgE Específico para Ácaro - D1 - Dermatophagoides pteronyssinus

    Exame de IgE Específico para Ácaro - D1 - Dermatophagoides pteronyssinus

    biotechExame

    Exame de IgE Específico para Ácaro - D1 - Dermatophagoides pteronyssinus

    R$ 45,00

    Cartão de crédito ou Pix

    Informações da coleta

    schedule

    Prazo do resultado

    3 dias úteis

    water_drop

    Material coletado

    SORO

    favorite

    Método de coleta

    Segunda a sábado

    description

    Instruções de preparo

    Jejum: Não é necessário jejum ou preparos especiais. (D1)

    Exame de IgE Específico para Ácaro - D1 - Dermatophagoides pteronyssinus

    Agende o exame de IgE específico para ácaro e entenda quando ele é indicado

    O que é o Exame de IgE Específico para Ácaros (D1)? 

    O exame de IgE específico para ácaros mede a quantidade de anticorpos do tipo IgE que o organismo produz em resposta ao Dermatophagoides pteronyssinus, o ácaro de poeira doméstica mais comum no Brasil. 

    Quando há alergia a ácaro, o sistema imunológico trata essa substância como uma ameaça e libera anticorpos IgE, desencadeando reações alérgicas. 

    O Dermatophagoides pteronyssinus é um organismo microscópico que vive em colchões, travesseiros, tapetes e estofados. Suas partículas, fezes e fragmentos corporais, ficam em suspensão no ar e são facilmente inaladas, o que torna a exposição praticamente cotidiana para quem vive em ambientes fechados. 

    O exame é feito por meio de coleta de sangue e analisa especificamente a resposta imunológica a esse ácaro, diferenciando-a de outras possíveis causas alérgicas. O resultado é expresso em classes de sensibilização (de 0 a 6), que ajudam o médico a avaliar o grau de reatividade do organismo. 

    Para que serve o exame de IgE Específico para Ácaro (D1)? 

    O exame é solicitado para investigar se sintomas recorrentes, especialmente respiratórios e na pele, têm relação com a sensibilização ao ácaro de poeira doméstica. 

    Ele é parte da investigação diagnóstica de alergias e auxilia o médico a: 

    • Identificar o agente causador de crises alérgicas frequentes; 
    • Confirmar ou descartar o ácaro como fator desencadeante dos sintomas;
    • Orientar o tratamento, incluindo medidas de controle ambiental e imunoterapia;
    • Acompanhar o perfil alérgico de crianças e adultos com histórico familiar de atopia.

    O exame é especialmente útil quando os sintomas se intensificam em ambientes fechados, ao acordar, ao arrumar a cama ou ao limpar a casa, situações que aumentam a exposição ao ácaro. 

    Quais as doenças ou condições podem estar relacionadas ao exame? 

    Um resultado que indica sensibilização ao ácaro D1 pode estar associado a condições como: 

    • Rinite alérgica;
    • Asma brônquica de origem alérgica; 
    • Conjuntivite alérgica;
    • Dermatite atópica (eczema); 
    • Tosse crônica de causa alérgica; 
    • Sinusite de repetição com componente alérgico. 

    É importante destacar que a interpretação dos resultados deve sempre ser feita por um médico, levando em conta os sintomas, histórico clínico e outros exames. Um resultado alterado não significa, por si só, um diagnóstico definitivo. 

    É necessário algum tipo de jejum ou preparo para realizar este exame? 

    Não é necessário jejum para a realização deste exame. A coleta é feita por punção venosa simples, e na maioria dos casos não há restrições alimentares ou de atividade física. 

    Algumas orientações gerais que podem ser solicitadas pelo laboratório ou pelo médico: 

    • Informar ao médico o uso de medicamentos anti-histamínicos ou imunossupressores, pois podem interferir nos resultados;
    • Seguir as orientações específicas do laboratório onde o exame será realizado;
    • Em caso de dúvida sobre o preparo, consulte o laboratório antes de ir à coleta. 

    Conteúdo revisado por: Camila Weber, Farmacêutica e Bioquímica (CRF-PR 15.904).

    Responsável Técnico: Dr. Gustavo Aguiar Campana (CRM-SP 112181).

    Perguntas frequentes

    Algumas medidas ajudam a diminuir o contato com o ácaro: usar capas impermeáveis em colchões e travesseiros, lavar roupas de cama semanalmente em água quente, evitar tapetes e bichos de pelúcia em quartos, manter boa ventilação e controlar a umidade do ambiente. Essas orientações são complementares ao tratamento médico.

    O resultado indica o nível de sensibilização ao ácaro, mas a confirmação de alergia depende da avaliação médica completa, que considera seus sintomas, histórico e outros dados clínicos. Um resultado positivo pode estar associado à alergia, mas apenas o médico pode fechar o diagnóstico.

    Sim. O exame de IgE específico para ácaro pode ser solicitado para crianças, especialmente aquelas com quadros recorrentes de rinite, chiado no peito ou dermatite atópica. O médico pediatra ou alergologista indicará a partir de qual idade e contexto clínico o exame é mais adequado.

    A IgE total mede a quantidade geral de anticorpos IgE no sangue, sem identificar o agente causador. Já a IgE específica testa a reação do organismo a um alérgeno determinado, fornecendo informações mais precisas para o diagnóstico e o tratamento.

    D1 é o código laboratorial do Dermatophagoides pteronyssinus, o ácaro de poeira doméstica mais prevalente no Brasil. Ele vive em colchões, travesseiros e tapetes e é uma das causas mais comuns de alergia respiratória no país.

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