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    Exame de IgE Específica para Tomate

    Exame de IgE Específica para Tomate

    biotechExame

    Exame de IgE Específica para Tomate

    R$ 35,00

    Cartão de crédito ou Pix

    Informações da coleta

    schedule

    Prazo do resultado

    3 dias úteis

    water_drop

    Material coletado

    SORO

    favorite

    Método de coleta

    Segunda a sábado

    description

    Instruções de preparo

    Jejum: Não é necessário jejum ou preparos especiais. (F25)

    Exame de IgE Específica para Tomate

    Exame de sangue que investiga a sensibilização alérgica ao tomate, para identificação de reações mediadas por IgE após o contato com o alimento.


    O que é o exame de IgE Específica para Tomate?

    O exame de IgE específica para tomate mede, no sangue, a quantidade de anticorpos IgE que o organismo produziu contra as proteínas do tomate (Lycopersicon lycopersicum). 

    Quando uma pessoa sensibilizada entra em contato com essas proteínas por ingestão, toque ou inalação de partículas, o sistema imunológico pode reagir de forma exagerada, desencadeando sintomas alérgicos.

    A alergia ao tomate pode ocorrer por dois mecanismos principais:

    • O primeiro é a reatividade cruzada com pólen de plantas, conhecida como síndrome de alergia oral: os sintomas costumam ser leves e ficam restritos à boca e à garganta, como coceira e formigamento logo após o consumo;
    • O segundo envolve proteínas de transferência lipídica (LTP), estruturas mais resistentes ao calor e à digestão, que podem causar reações mais intensas e sistêmicas.

    É importante saber que a presença de IgE detectável no sangue não confirma, por si só, uma alergia clínica ao tomate. O resultado deve sempre ser interpretado pelo médico em conjunto com os sintomas e o histórico clínico do paciente.


    Para que serve o exame de IgE Específica para Tomate?

    O exame é indicado para investigar se o organismo produziu anticorpos IgE contra o tomate e se essa sensibilização pode estar relacionada a sintomas como coceira na boca, urticária, inchaço, náuseas, diarreia, coriza ou chiado no peito após o consumo do alimento. Ele pode ser solicitado por alergistas, imunologistas e clínicos gerais.

    O exame também é útil para pessoas que já apresentaram reação alérgica ao tomate e precisam de um resultado laboratorial para orientar o manejo clínico e as restrições alimentares.


    Quais as doenças ou condições relacionadas ao exame?

    Cutâneas: Urticárias, Angioedema, Dermatite atópica, Dermatite herpetiforme. 

    Gastrintestinais: Hipersensibilidade gastrintestinal imediata, Síndrome da alergia oral, Esofagite, Gastrite, Gatroenterocolite eosinofílica alérgica, Enteropatia, Proctite, Enterocolite induzidas por proteína alimentar. 

    Respiratórias: Anafilaxia, Rinite alérgica, Asma persistente, Síndrome de Heiner.


    É necessário algum tipo de jejum ou preparo para realizar este exame?

    Não é necessário jejum nem preparo especial. Você pode comer e beber normalmente antes da coleta. Informe ao seu médico sobre qualquer medicamento em uso, especialmente anti-histamínicos, pois eles podem influenciar a avaliação clínica.

    A interpretação isolada de qualquer exame não é indicada. Todo resultado deve ser avaliado por seu médico em conjunto com a investigação clínica.


    Conteúdo revisado por: Camila Weber, Farmacêutica e Bioquímica (CRF-PR 15.904), especializada em bacteriologia clínica.

    Responsável Técnico: Dr. Gustavo Aguiar Campana (CRM-SP 112181), especialista em Patologia Clínica/Medicina.

    Perguntas frequentes

    Sim, essa é uma das causas mais comuns de reação ao tomate. O fenômeno é chamado de reatividade cruzada: proteínas do tomate têm estrutura semelhante às de certos pólens, e o sistema imunológico pode confundir os dois. Nesse caso, os sintomas tendem a ser leves e localizados na boca e na garganta, o que caracteriza a síndrome de alergia oral.

    Não necessariamente. Quando a sensibilização ocorre por reatividade cruzada com pólen, as proteínas responsáveis são sensíveis ao calor e à digestão, e o tomate cozido ou industrializado pode ser tolerado sem reação. Já quando a reação envolve proteínas LTP, mais resistentes ao calor, os sintomas podem surgir tanto com tomate cru quanto processado.

    Sim, isso é possível. Ter anticorpos IgE detectáveis indica sensibilização, mas não confirma sozinho que você terá uma reação ao comer tomate. A interpretação do resultado depende dos seus sintomas e do seu histórico clínico. Somente o médico pode determinar se existe uma alergia clinicamente relevante e orientar as condutas necessárias.

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