Exame de IgE Específica para Pelo de Cão
Exame de IgE Específica para Pelo de Cão
R$ 39,00
Exame de IgE Específica para Pelo de Cão
R$ 39,00
Informações da coleta
Prazo do resultado
3 dias úteis
Material coletado
SORO
Método de coleta
Segunda a sábado
Instruções de preparo
Jejum: Não é necessário jejum ou preparos especiais. (E2)
Exame de IgE Específica para Pelo de Cão
Exame de sangue que detecta sensibilização alérgica a proteínas do pelo, da pele e da saliva do cão. Agende o exame de alergia a cachorros.
O que é o Exame de IgE Específica para Pelo de Cão?
O exame de IgE específica para pelo de cão mede a quantidade de anticorpos IgE presentes no sangue que foram produzidos pelo organismo em resposta a proteínas do pelo do animal, da caspa e da saliva.
Quando o sistema imunológico de uma pessoa sensível entra em contato com essas proteínas, principalmente a proteína Can f 1, ele produz anticorpos IgE, e é essa quantidade que o exame detecta e quantifica.
A sensibilização a cães e gatos é uma das causas mais comuns de alergia a animais no mundo. Os alérgenos do cão se depositam em móveis, tapetes, roupas de cama e estofados, e podem permanecer no ambiente por meses, mesmo após a retirada do animal.
Pessoas que convivem com cachorros podem transportar alérgenos em suas roupas, levando-os a ambientes onde o animal nunca esteve, como escolas e locais de trabalho.
A presença de IgE detectável não confirma, por si só, uma doença alérgica. E um resultado não detectável não a exclui. O exame sempre precisa ser interpretado pelo médico junto com os sintomas e o histórico do paciente.
Para que serve o exame de IgE específica para pelo de cão?
O exame serve para investigar se uma pessoa tem sensibilização alérgica a proteínas do cão e se essa sensibilização pode estar relacionada a sintomas como espirros frequentes, coriza, olhos vermelhos e lacrimejantes, tosse, chiado no peito, dificuldade para respirar ou reações na pele.
Também é útil para ajudar a diferenciar a alergia ao cão de outras causas de alergia, como ácaros e fungos, que costumam coexistir no ambiente doméstico.
Quando o exame é indicado?
Ele pode ser indicado quando o médico suspeita que os sintomas pioram após o contato com cachorros ou em ambientes onde eles vivem e como parte de uma investigação alérgica completa.
Nestes casos, o médico pode solicitar o exame junto com outros testes de IgE específica para diferentes alérgenos, a fim de identificar quais deles são relevantes para o seu caso.
Quais as doenças relacionadas ao exame de IgE específica para epitélios - cão?
O exame de IgE específica para o de cão pode estar associado à investigação de condições como:
Cutâneas
- Urticária: manchas avermelhadas e com coceira na pele após contato com o animal ou com superfícies onde ele passou;
- Angioedema: inchaço repentino em lábios, pálpebras ou outras regiões;
- Dermatite atópica: inflamação crônica da pele com coceira intensa, especialmente em crianças;
- Dermatite herpetiforme: doença de pele autoimune crônica caracterizada por bolhas e erupções que coçam intensamente.
Respiratórias
- Rinite alérgica: espirros, coriza, obstrução nasal e olhos coçando;
- Asma persistente: episódios recorrentes de falta de ar, chiado e tosse;
- Anafilaxia: reação alérgica grave e sistêmica (menos frequente, mas possível);
- Síndrome de Heiner: hipersensibilidade rara em bebês e crianças pequenas às proteínas do leite de vaca com sintomas respiratórios e gastrointestinais.
A identificação de IgE positiva indica sensibilização, mas o diagnóstico de qualquer dessas condições depende da avaliação clínica completa feita pelo médico.
É necessário algum tipo de jejum ou preparo para realizar este teste?
Não é necessário jejum nem preparo especial. Você pode comer e beber água normalmente antes da coleta de sangue.
Informe ao médico se estiver em uso de anti-histamínicos ou outros medicamentos para alergia. Dependendo do método utilizado pelo laboratório, pode ser necessário suspender o medicamento por um período antes da coleta. O médico orientará sobre isso.
Conteúdo revisado por: Camila Weber, Farmacêutica e Bioquímica (CRF-PR 15.904), especialista em bacteriologia clínica.
Responsável Técnico: Dr. Gustavo Aguiar Campana (CRM-SP 112181), especialista em Patologia Clínica/Medicina Laboratorial.
Perguntas frequentes
O principal alérgeno dos cães é uma proteína chamada Can f 1, presente na saliva, na caspa e na urina do animal. Como os cães se lambem constantemente, esse alérgeno se espalha pelos pelos e, quando esses pelos se soltam, o alérgeno é dispersado pelo ambiente. Raças de pelo curto ou consideradas "hipoalergênicas" produzem menos pelos, mas ainda assim liberam alérgenos, nenhuma raça é completamente livre deles.
Ácaros e cães são duas das causas mais comuns de rinite e asma alérgica e ambos podem coexistir no mesmo ambiente doméstico. Para diferenciar, o médico pode solicitar testes de IgE específica para os dois alérgenos ao mesmo tempo. Isso permite identificar qual deles é o principal responsável pelos seus sintomas e orientar o controle ambiental de forma mais eficaz.
Sim. A sensibilização alérgica pode se desenvolver em qualquer momento da vida, mesmo após anos de convivência com o animal sem nenhum problema. O sistema imunológico pode "aprender" a reagir ao alérgeno ao longo do tempo, especialmente em pessoas com predisposição genética para doenças alérgicas.
