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    Exame de IgE Específica para Abacaxi

    Exame de IgE Específica para Abacaxi

    biotechExame

    Exame de IgE Específica para Abacaxi

    R$ 45,00

    Cartão de crédito ou Pix

    Informações da coleta

    schedule

    Prazo do resultado

    3 dias úteis

    water_drop

    Material coletado

    SORO

    favorite

    Método de coleta

    Segunda a sábado

    description

    Instruções de preparo

    Jejum: Não é necessário jejum ou cuidados especiais. (F210)

    Exame de IgE Específica para Abacaxi

    Exame de sangue que detecta sensibilização alérgica às proteínas do abacaxi, investigando reações cutâneas, digestivas e respiratórias associadas a esta fruta.


    O que é o Exame de Exame de IgE Específica para Abacaxi?

    O exame de IgE específica para abacaxi (Ananas comosus) é um teste laboratorial realizado por coleta de sangue que mede a quantidade de anticorpos IgE produzidos pelo organismo contra proteínas presentes no abacaxi. 

    Quando uma pessoa sensibilizada ingere abacaxi ou produtos que o contêm, seu sistema imunológico pode reagir de forma exagerada a essas proteínas, como a bromelaína (Ana c 2) e a profilina (Ana c 1), causando sintomas alérgicos de intensidade variável.

    O abacaxi é uma fruta rica em proteínas enzimáticas, especialmente a bromelina, uma enzima proteolítica (que quebra proteínas) presente em grande quantidade na fruta. A bromelina pode causar irritação bucal e digestiva em qualquer pessoa, mesmo sem alergia, mas em indivíduos sensibilizados pode desencadear respostas alérgicas mediadas por IgE. Por isso, é importante diferenciar a sensibilização alérgica real das reações irritativas comuns ao consumo da fruta.

    A presença de IgE detectável para abacaxi não confirma, por si só, uma doença alérgica clínica. O resultado deve ser sempre interpretado pelo médico em conjunto com os sintomas e o histórico alimentar do paciente.


    Para que serve o exame de alergia a abacaxi?

    O exame é indicado para investigar casos de sensibilização alérgica ao abacaxi e se essa sensibilização pode estar relacionada a sintomas que surgem após o consumo da fruta ou de sucos, doces e produtos que a contêm. 

    O exame ajuda a confirmar se a reação é de natureza alérgica (mediada por IgE) ou se tem outra causa, como irritação local pela bromelina ou sensibilidade não imunológica.


    Quais sintomas estão relacionados a solicitação deste exame?

    O médico pode solicitá-lo quando o paciente relata reações recorrentes após ingerir abacaxi, como: 

    • Coceira ou formigamento nos lábios e na boca; 
    • Urticária;
    • Inchaço; 
    • Vômitos;
    • Diarreia;
    • Espirros;
    • Falta de ar. 


    Doenças associadas

    O exame de IgE específica para abacaxi pode estar associado à investigação de:

    Cutâneas

    • Urticária; 
    • Angioedema; 
    • Dermatite atópica; 
    • Dermatite herpetiforme. 

    Gastrointestinais

    • Hipersensibilidade gastrointestinal imediata; 
    • Síndrome da alergia oral; 
    • Esofagite; 
    • Gastrite; 
    • Gastroenterocolite eosinofílica alérgica; 
    • Enteropatia induzida por proteína alimentar; 
    • Proctite induzida por proteína alimentar; 
    • Enterocolite induzida por proteína alimentar. 

    Respiratórias

    • Anafilaxia; 
    • Rinite alérgica; 
    • Asma persistente; 
    • Síndrome de Heiner.

    *A Síndrome da Alergia Oral (SAO) ao abacaxi causa coceira, inchaço nos lábios, língua e garganta minutos após a ingestão. É comum em pessoas alérgicas ao pólen (especialmente de bétula) ou ao látex, devido a reações cruzadas, ou por conta da bromelina e cristais da própria fruta.

    Importante: A presença de IgE específica não confirma, isoladamente, nenhuma dessas condições. O resultado do exame deve sempre ser interpretado pelo médico em conjunto com os sintomas, o histórico clínico e outros exames complementares, quando necessário.


    É necessário algum tipo de jejum ou preparo para realizar este teste?

    Não é necessário jejum ou preparos especiais.

    *As informações desta página têm caráter informativo e não substituem a consulta médica. Procure sempre um médico para avaliação e interpretação dos seus resultados.


    Conteúdo revisado por: Camila Weber, Farmacêutica e Bioquímica (CRF-PR 15.904), especialista em bacteriologia clínica.

    Responsável Técnico: Dr. Gustavo Aguiar Campana (CRM-SP 112181), especialista em Patologia Clínica/Medicina Laboratorial.

    Perguntas frequentes

    Não. O abacaxi contém bromelina, uma enzima que pode irritar a mucosa da boca e da língua em qualquer pessoa, mesmo sem alergia. Essa sensação de ardência ou formigamento é uma reação enzimática e não imunológica. A alergia verdadeira ao abacaxi, mediada por IgE, é menos comum e costuma causar sintomas mais intensos e generalizados. Se você tem dúvidas se sua reação é alergia ou irritação, converse com seu médico.

    Sim, é possível. O abacaxi compartilha algumas proteínas alergênicas com outras frutas tropicais e com o látex (síndrome látex-fruta). Pessoas alérgicas ao látex têm maior risco de reatividade cruzada com frutas como abacaxi, mamão, banana, kiwi e abacate. O médico pode solicitar testes para outros alimentos se houver suspeita de reatividade cruzada.

    Em alguns casos, o processamento térmico (cozimento) pode reduzir o potencial alergênico de proteínas alimentares, pois o calor pode desnaturar algumas delas. Contudo, essa tolerância não é garantida para todas as pessoas alérgicas ao abacaxi. A reintrodução de qualquer forma do alimento deve ser feita apenas com orientação médica, nunca de forma autônoma.

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