Exame de IgE Específica para Ovoalbumina
Exame de IgE Específica para Ovoalbumina
R$ 39,00
Exame de IgE Específica para Ovoalbumina
R$ 39,00
Informações da coleta
Prazo do resultado
3 dias úteis
Material coletado
SORO
Método de coleta
Segunda a sábado
Instruções de preparo
Jejum: Não é necessário jejum ou preparos especiais. (F232)
Exame de IgE Específica para Ovoalbumina
Exame de sangue que detecta sensibilização alérgica à ovoalbumina, principal proteína da clara de ovo, auxiliando no diagnóstico.
O que é o exame de IgE Específica, Ovoalbumina (Clara de Ovo)?
O exame de IgE específica para ovoalbumina mede, no sangue, a quantidade de anticorpos IgE produzidos pelo organismo contra a ovoalbumina, a principal proteína da clara de ovo. Quando o sistema imunológico de uma pessoa sensibilizada entra em contato com essa proteína, ele pode reagir de forma exagerada, causando sintomas alérgicos.
A ovoalbumina tem uma característica importante: ela é termolábil, ou seja, perde boa parte da sua capacidade de provocar reações quando o ovo é aquecido por tempo suficiente, como em bolos, pães e ovos bem passados. Por isso, o resultado desse exame pode ajudar o médico a entender melhor se o paciente pode tolerar ovo em preparações bem cozidas ou se precisa evitá-lo em todas as formas.
Assim como nos demais exames da família de IgE específica, a presença de IgE detectável não confirma, por si só, uma doença alérgica clínica. O resultado deve sempre ser interpretado pelo médico junto com os sintomas e o histórico clínico do paciente.
Para que serve o exame de IgE Específica, Ovoalbumina (Clara de Ovo)?
O exame é indicado para investigar a sensibilização à ovoalbumina, especialmente em crianças com suspeita de alergia ao ovo. Ele faz parte do chamado diagnóstico por componentes.
Essa é uma abordagem mais detalhada e que complementa o teste de IgE para ovo total (F245) e ajuda o médico a identificar qual proteína específica está envolvida na reação, o que permite orientar a dieta com muito mais precisão.
O exame pode ser solicitado quando há suspeita de que o ovo ou alimentos que contêm ovo estejam causando reações como urticária, inchaço, vômitos, diarreia, coriza ou chiado no peito.
Quais as doenças ou condições relacionadas ao exame?
- Cutâneas: Urticárias, Angioedema, Dermatite atópica, Dermatite herpetiforme;
- Gastrintestinais: Hipersensibilidade gastrintestinal imediata, Síndrome da alergia oral, Esofagite, Gastrite, Gatroenterocolite eosinofílica alérgica, Enteropatia, Proctite, Enterocolite induzidas por proteína alimentar;
- Respiratórias: Anafilaxia, Rinite alérgica, Asma persistente, Síndrome de Heiner.
É necessário algum tipo de jejum ou preparo para realizar este exame?
Não é necessário jejum nem preparo especial. Você pode comer e beber água normalmente antes da coleta. Informe ao médico sobre medicamentos em uso, especialmente anti-histamínicos, pois eles podem influenciar a interpretação dos resultados.
A interpretação isolada de qualquer exame não é indicada. Todo resultado deve ser avaliado por seu médico em conjunto com a investigação clínica.
Conteúdo revisado por: Camila Weber, Farmacêutica e Bioquímica (CRF-PR 15.904), especializada em bacteriologia clínica.
Responsável Técnico: Dr. Gustavo Aguiar Campana (CRM-SP 112181), especialista em Patologia Clínica/Medicina.
Perguntas frequentes
O exame de ovo total (F245) detecta sensibilização ao conjunto das proteínas do ovo. Já o de ovoalbumina (F232) avalia especificamente a principal proteína da clara. Essa distinção ajuda o médico a entender quais componentes estão envolvidos na reação e a orientar a dieta com mais precisão, inclusive se o ovo cozido ou assado pode ser introduzido com segurança.
Não necessariamente. Por ser termolábil, a ovoalbumina perde boa parte da sua capacidade alérgica quando o ovo é bem cozido. Resultados positivos apenas para ovoalbumina, sem sensibilização à outra proteína do ovo, o ovomucoide, podem estar associados a maior chance de tolerância ao ovo assado ou bem cozido. Mas a decisão sobre a dieta é sempre do médico, com base no histórico clínico completo.
Em muitas crianças, sim. A alergia ao ovo tende a diminuir ao longo da infância, especialmente quando a sensibilização é à ovoalbumina, e não ao ovomucoide, que é mais estável ao calor. O acompanhamento médico regular é fundamental para avaliar, com segurança, quando e como o ovo pode ser reintroduzido na dieta.
