Exame de IgE Específica para Ovo - Clara e Gema
Exame de IgE Específica para Ovo - Clara e Gema
R$ 45,00
Exame de IgE Específica para Ovo - Clara e Gema
R$ 45,00
Informações da coleta
Prazo do resultado
3 dias úteis
Material coletado
SORO
Método de coleta
Segunda a sábado
Instruções de preparo
Jejum: Não é necessário jejum ou preparos especiais. (F245)
Exame de IgE Específica para Ovo - Clara e Gema
Exame de sangue que detecta sensibilização alérgica às proteínas do da clara de gema do ovo combinadas, uma das alergias alimentares mais comuns na infância.
O que é o exame de IgE Específica para Ovo?
O exame de IgE específica para ovo mede, no sangue, a quantidade de anticorpos IgE produzidos pelo organismo contra as proteínas do ovo. Ele avalia tanto as proteínas da clara quanto as da gema em uma única dosagem, funcionando como um rastreio global da sensibilização ao ovo.
A clara é considerada a parte mais alergênica do ovo. Ela concentra proteínas como a ovoalbumina e o ovomucoide, que têm alto potencial de sensibilização. A gema também pode causar reações, mas com menor frequência.
Quando o sistema imunológico de uma pessoa sensibilizada entra em contato com essas proteínas, ele pode reagir de forma exagerada, desencadeando sintomas alérgicos.
É importante entender que a presença de IgE detectável não confirma, por si só, uma alergia clínica ao ovo. O resultado deve ser sempre interpretado pelo médico junto com os sintomas e o histórico de saúde. Resultados negativos também não excluem completamente a possibilidade de alergia.
Para que serve o Exame de IgE Específica para Clara e Gema de Ovo?
O exame é indicado para investigar se uma pessoa tem sensibilização alérgica às proteínas do ovo e se essa sensibilização pode estar relacionada a sintomas como urticária, inchaço, vômitos, diarreia, chiado no peito ou coriza após o consumo de ovo ou alimentos que o contenham.
A alergia ao ovo é uma das alergias alimentares mais frequentes na infância. Quando o resultado é positivo, o médico pode solicitar testes complementares, como IgE para ovoalbumina (F232), ovomucoide (F233) e gema (F75), para identificar quais proteínas específicas estão envolvidas na sensibilização e orientar melhor o prognóstico e o acompanhamento.
Quais as doenças ou condições relacionadas ao exame?
- Cutâneas: Urticárias, Angioedema, Dermatite atópica, Dermatite herpetiforme;
- Gastrintestinais: Hipersensibilidade gastrintestinal imediata, Síndrome da alergia oral, Esofagite, Gastrite, Gatroenterocolite eosinofílica alérgica, Enteropatia, Proctite, Enterocolite induzidas por proteína alimentar;
- Respiratórias: Anafilaxia, Rinite alérgica, Asma persistente, Síndrome de Heiner.
É necessário algum tipo de jejum ou preparo para realizar este exame?
Não é necessário jejum nem preparo especial. Informe ao médico sobre todos os medicamentos em uso, especialmente anti-histamínicos, que podem interferir na interpretação dos resultados.
A interpretação isolada de qualquer exame não é indicada. Todo resultado deve ser avaliado por seu médico em conjunto com a investigação clínica.
Conteúdo revisado por: Camila Weber, Farmacêutica e Bioquímica (CRF-PR 15.904), especializada em bacteriologia clínica.
Responsável Técnico: Dr. Gustavo Aguiar Campana (CRM-SP 112181), especialista em Patologia Clínica/Medicina.
Perguntas frequentes
A alergia ao ovo está entre as alergias alimentares com maior taxa de resolução espontânea na infância. Muitas crianças podem desenvolver tolerância ao longo dos anos, mas isso não ocorre em todos os casos. O acompanhamento regular com um alergologista é essencial para avaliar como a sensibilização evolui em cada pessoa.
O exame F245 avalia as proteínas da clara e da gema juntas, oferecendo um panorama geral da sensibilização ao ovo. Se o resultado for positivo ou inconclusivo, o médico pode solicitar testes individuais, como IgE para ovoalbumina , ovomucoide e gema , para identificar exatamente quais proteínas estão envolvidas. Isso ajuda a refinar o prognóstico e a conduta clínica.
O cozimento reduz o potencial alergênico de algumas proteínas do ovo, especialmente a ovoalbumina. Por isso, algumas pessoas sensibilizadas podem tolerar ovo bem cozido, mas ainda reagir ao ovo cru ou parcialmente cozido. Essa diferença é clinicamente relevante e deve ser avaliada pelo médico, que vai orientar sobre o consumo com base no caso individual, nunca por conta própria.
