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    IgE Específica para Leite de Vaca

    IgE Específica para Leite de Vaca

    biotechExame

    IgE Específica para Leite de Vaca

    R$ 39,00

    Cartão de crédito ou Pix

    Informações da coleta

    schedule

    Prazo do resultado

    3 dias úteis

    water_drop

    Material coletado

    SORO

    favorite

    Método de coleta

    Segunda a sábado

    description

    Instruções de preparo

    Jejum: Não é necessário jejum ou preparos especiais. (F2)

    IgE Específica para Leite de Vaca

    Exame de sangue que detecta sensibilização alérgica às proteínas do leite de vaca, a alergia alimentar mais comum na infância.


    O que é o Exame de IgE Específica para Leite de Vaca   

    O exame de IgE específica para leite de vaca mede, no sangue, a quantidade de anticorpos IgE produzidos pelo organismo contra as proteínas do leite de vaca. Quando o sistema imunológico de uma pessoa sensibilizada entra em contato com essas proteínas — seja por ingestão de leite, queijo, iogurte, manteiga ou qualquer derivado —, ele pode reagir de forma exagerada, desencadeando sintomas alérgicos.

    A alergia às proteínas do leite de vaca (APLV) é a alergia alimentar mais frequente na infância. Ela pode se manifestar por mecanismos mediados por IgE — que causam reações rápidas — ou por mecanismos não mediados por IgE — que costumam causar sintomas mais tardios e, muitas vezes, predominantemente digestivos. O exame de IgE específica investiga especificamente a sensibilização mediada por imunoglobulina E.

    É importante saber que a presença de IgE detectável não confirma, por si só, uma doença alérgica clínica. E um resultado não detectável não exclui a APLV não mediada por IgE. O resultado deve sempre ser interpretado pelo médico em conjunto com os sintomas e o histórico clínico do paciente.


    Para que serve o exame de alergia alimentar ao leite de vaca?

    O exame é indicado para investigar se uma pessoa, especialmente crianças, tem sensibilização alérgica às proteínas do leite de vaca e se essa sensibilização pode estar relacionada aos sintomas apresentados. 

    Em lactentes amamentados ao seio materno, é possível que as proteínas do leite de vaca ingeridas pela mãe passem para o leite materno e desencadeiem reações no bebê. Nesses casos, o médico pode orientar a mãe a retirar o leite de vaca da própria dieta enquanto amamenta, conforme avaliação clínica.

    O exame também auxilia na diferenciação entre a APLV mediada por IgE (com reações imediatas) e a não mediada por IgE (com reações tardias), o que orienta o tipo de manejo a ser adotado.


    Quais sintomas estão relacionados a solicitação deste exame?

    Ele pode ser solicitado quando há suspeita de que o leite ou seus derivados estejam causando reações como urticária, inchaço, vômitos, diarreia, cólicas, sangue nas fezes, chiado no peito, coriza ou piorou de eczema.


    Doenças relacionadas

    O exame de IgE específica para leite de vaca pode estar associado à investigação de:

    Cutâneas

    • Urticária; 
    • Angioedema; 
    • Dermatite atópica; 
    • Dermatite herpetiforme. 

    Gastrointestinais

    • Hipersensibilidade gastrointestinal imediata; 
    • Síndrome da alergia oral; 
    • Esofagite; 
    • Gastrite; 
    • Gastroenterocolite eosinofílica alérgica; 
    • Enteropatia induzida por proteína alimentar; 
    • Proctite induzida por proteína alimentar; 
    • Enterocolite induzida por proteína alimentar. 

    Respiratórias

    • Anafilaxia; 
    • Rinite alérgica; 
    • Asma persistente; 
    • Síndrome de Heiner.


    É necessário algum tipo de jejum ou preparo para realizar este teste?

    Não é necessário jejum nem preparo especial. Você pode comer e beber água normalmente antes da coleta.

    Informe ao médico sobre medicamentos em uso, especialmente anti-histamínicos, pois podem interferir em alguns tipos de testes alérgicos. O profissional orientará se é necessário suspender qualquer medicação antes da coleta.

    *As informações desta página têm caráter informativo e não substituem a consulta médica. Procure sempre um médico para avaliação e interpretação dos seus resultados.


    Conteúdo revisado por: Camila Weber, Farmacêutica e Bioquímica (CRF-PR 15.904), especialista em bacteriologia clínica.

    Responsável Técnico: Dr. Gustavo Aguiar Campana (CRM-SP 112181), especialista em Patologia Clínica/Medicina Laboratorial.

    Perguntas frequentes

    Não. São condições completamente diferentes. A alergia ao leite de vaca é uma reação do sistema imunológico às proteínas do leite (como caseína e proteínas do soro). A intolerância à lactose é uma dificuldade de digerir o açúcar do leite (a lactose), causada pela deficiência de uma enzima chamada lactase — e não envolve o sistema imunológico. Os sintomas são diferentes e o manejo também: quem tem alergia precisa evitar as proteínas do leite, enquanto quem tem intolerância pode usar leites sem lactose ou enzimas digestivas.

    Sim, na maioria dos casos. A alergia ao leite de vaca é uma das alergias alimentares com maior chance de resolução espontânea. Muitas crianças desenvolvem tolerância nos primeiros anos de vida, especialmente ao leite processado em altas temperaturas (como em bolos e biscoitos) antes de tolerar o leite in natura. A reintrodução deve ser feita de forma gradual e supervisionada pelo médico.

    O leite de outros mamíferos — como cabra, ovelha e búfala — contém proteínas com estrutura semelhante às do leite de vaca e pode causar reações cruzadas em crianças com APLV. Por isso, esses leites geralmente não são recomendados como substitutos seguros sem avaliação médica prévia. O médico ou nutricionista indicará a fórmula mais adequada para cada criança.

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