Exame de IgE Específica para Arroz
Exame de IgE Específica para Arroz
R$ 39,00
Exame de IgE Específica para Arroz
R$ 39,00
Informações da coleta
Prazo do resultado
3 dias úteis
Material coletado
SORO
Método de coleta
Segunda a sábado
Instruções de preparo
Jejum: Não é necessário jejum ou preparos especiais. (F9)
Exame de IgE Específica para Arroz
Exame de sangue que investiga sensibilização alérgica às proteínas do arroz, um dos cereais com menor potencial alergênico.
O que é o exame de IgE Específica – Arroz?
O exame de IgE específica para arroz analisa a quantidade de anticorpos IgE no sangue que o organismo produziu contra as proteínas do arroz (Oryza sativa). Quando uma pessoa sensibilizada ingere arroz, o sistema imunológico pode reagir de forma exagerada e desencadear sintomas alérgicos.
O arroz é, entre os cereais, um dos alimentos com menor potencial alergênico. Por isso, costuma ser um dos primeiros grãos introduzidos na alimentação infantil. A alergia verdadeira ao arroz, mediada por IgE, é rara no Brasil, embora seja documentada com mais frequência em países asiáticos, onde o consumo desse cereal é muito mais elevado desde cedo.
É importante saber que a presença de IgE detectável não confirma, por si só, uma doença alérgica clínica. O resultado deve sempre ser interpretado pelo médico junto com os sintomas e o histórico do paciente.
Para que serve o exame de IgE Específica – Arroz?
O exame é solicitado quando há suspeita de que o arroz ou produtos que o contêm possam estar causando sintomas alérgicos. Ele pode ser indicado para crianças e adultos que apresentam reações como urticária, inchaço, vômitos, diarreia ou chiado no peito após consumir arroz.
O resultado ajuda o médico, geralmente alergologista ou imunologista, a investigar se existe sensibilização às proteínas do arroz e se ela pode estar relacionada ao quadro clínico do paciente.
Quais as doenças ou condições relacionadas ao exame?
Cutâneas: Urticárias, Angioedema, Dermatite atópica, Dermatite herpetiforme.
Gastrintestinais: Hipersensibilidade gastrintestinal imediata, Síndrome da alergia oral, Esofagite, Gastrite, Gatroenterocolite eosinofílica alérgica, Enteropatia, Proctite, Enterocolite induzidas por proteína alimentar.
Respiratórias: Anafilaxia, Rinite alérgica, Asma persistente, Síndrome de Heiner.
É necessário algum tipo de jejum ou preparo para realizar este exame?
Não é necessário jejum nem preparo especial. Você pode comer e beber normalmente antes da coleta. Informe ao médico sobre qualquer medicamento em uso, especialmente anti-histamínicos, pois eles podem interferir nos resultados.
A interpretação isolada de qualquer exame não é indicada. Todo resultado deve ser avaliado por seu médico em conjunto com a investigação clínica.
Conteúdo revisado por: Camila Weber, Farmacêutica e Bioquímica (CRF-PR 15.904), especializada em bacteriologia clínica.
Responsável Técnico: Dr. Gustavo Aguiar Campana (CRM-SP 112181), especialista em Patologia Clínica/Medicina.
Perguntas frequentes
O arroz tem uma estrutura proteica com baixo potencial de ativar o sistema imunológico de forma alérgica. Além disso, a frequência de alergia ao arroz está relacionada ao perfil genético e ao padrão alimentar das populações. Em países asiáticos, onde o arroz é consumido em quantidades muito maiores e desde idades muito precoces, os casos são mais documentados.
Em geral, a alergia ao arroz não implica automaticamente alergia a outros cereais. A reatividade cruzada entre o arroz e outros grãos é possível, mas não é uma regra. O médico pode solicitar testes adicionais — como IgE específica para trigo ou cevada para avaliar se há sensibilização mais ampla. Não substitua nem restringe alimentos sem orientação médica.
Na maioria dos casos, o arroz é considerado um dos cereais mais seguros para a introdução alimentar infantil, inclusive para bebês com histórico familiar de alergias. Mas cada caso é único e pode envolver outras sensibilizações associadas. Converse com o pediatra ou alergologista antes de qualquer mudança na dieta do bebê.
