Exame de Glicose Pós-Prandial 2h Após Refeição
Exame de Glicose Pós-Prandial 2h Após Refeição
R$ 13,00
Exame de Glicose Pós-Prandial 2h Após Refeição
R$ 13,00
Informações da coleta
Prazo do resultado
2 dias úteis
Material coletado
PLASMA FLUORETADO OU SORO PÓS-PRANDIAL
Método de coleta
Segunda a sábado
Instruções de preparo
Jejum: Marcar o horário em que foi iniciada a refeição, e caso houver a ingestão de sobremesa, esta deve ser realizada imediatamente após a refeição. A coleta deve ser realizada 2 horas após este horário. (GLIPP)
Exame de Glicose Pós-Prandial 2h Após Refeição
Exame de sangue que mede a glicemia 2 horas após uma refeição, usado na triagem e no acompanhamento de diabetes.
O que é o exame de Glicose Pós-Prandial 2h Após Refeição (GLIPP)?
O exame de Glicose Pós-Prandial, também chamado de glicemia pós-prandial, mede a quantidade de glicose no sangue exatamente 2 horas após o início de uma refeição habitual. Diferente da glicemia de jejum, que avalia a glicose antes de comer, este exame observa como o corpo responde à ingestão de alimentos, avaliando a secreção de insulina e a capacidade do organismo de metabolizar a glicose proveniente dos carboidratos consumidos.
É importante diferenciar esse exame do teste oral de tolerância à glicose (também conhecido como curva glicêmica ou TOTG), no qual o paciente ingere uma solução padronizada de glicose, em jejum, e tem o sangue coletado em intervalos definidos. Já a glicose pós-prandial é medida após uma refeição normal do dia a dia, e não após uma solução padronizada, o que a torna um exame mais simples de ser realizado na rotina.
Segundo as principais diretrizes nacionais e internacionais, valores acima de 200 mg/dL neste exame sugerem diabetes mellitus, mas a confirmação diagnóstica deve sempre ser feita pelo médico, considerando o quadro clínico completo do paciente.
Para que serve o exame de Glicose Pós-Prandial?
O exame GLIPP é usado principalmente na triagem de diabetes mellitus e no acompanhamento de pessoas já diagnosticadas, ajudando o médico a avaliar como o organismo está lidando com a glicose proveniente da alimentação ao longo do dia, o que complementa a informação fornecida pela glicemia de jejum.
Ele é frequentemente solicitado no contexto do diagnóstico e acompanhamento do diabetes gestacional, além de ser útil na avaliação de pessoas com fatores de risco para diabetes, como histórico familiar, sobrepeso ou pré-diabetes já identificado em exames anteriores.
Quais as doenças relacionadas ao exame?
O exame de Glicose Pós-Prandial pode estar associado à investigação de:
- Diabetes mellitus: condição caracterizada por níveis elevados de glicose no sangue de forma persistente;
- Síndrome metabólica: conjunto de fatores de risco cardiovascular que inclui alterações na glicose;
- Diabetes gestacional: elevação da glicose que surge ou é diagnosticada durante a gestação;
- Pré-diabetes: fase anterior ao diabetes, com glicose acima do normal, mas ainda não caracterizando a doença;
- Pancreatite aguda: inflamação do pâncreas, que pode alterar temporariamente os níveis de glicose;
- Doença de Addison: condição relacionada à insuficiência das glândulas adrenais;
- Insulinoma: tumor raro que produz insulina em excesso, podendo causar hipoglicemia;
- Neuropatia diabética: lesão nos nervos associada a níveis cronicamente elevados de glicose;
- Nefropatia diabética: comprometimento dos rins associado ao diabetes não controlado.
É necessário algum tipo de jejum ou preparo para realizar este exame?
Este exame não exige jejum: pelo contrário, ele precisa ser coletado depois de uma refeição. Marque o horário exato em que você começou a comer. Se houver sobremesa, ela deve ser consumida imediatamente após a refeição principal. A coleta de sangue deve ser feita exatamente 2 horas após esse horário inicial da refeição.
Conteúdo revisado por: Camila Weber, Farmacêutica e Bioquímica (CRF-PR 15.904).
Responsável Técnico: Dr. Gustavo Aguiar Campana (CRM-SP 112181).
Perguntas frequentes
São exames diferentes, embora ambos avaliem a resposta do corpo à glicose. A glicose pós-prandial é medida 2 horas após uma refeição comum do dia a dia. Já o teste oral de tolerância à glicose (TOTG), conhecido como curva glicêmica, é feito em jejum, com a ingestão de uma solução padronizada e concentrada de glicose, e costuma incluir coletas em mais de um horário. O médico escolherá o exame mais adequado conforme o objetivo da investigação.
O ideal é fazer uma refeição habitual, semelhante ao que você normalmente comeria naquele horário, sem mudanças drásticas para "melhorar" o resultado. O importante é anotar corretamente o horário de início da refeição, pois a coleta precisa ocorrer exatamente 2 horas depois. Em caso de dúvida sobre o que comer, converse com o médico que solicitou o exame.
Sim, a glicose pós-prandial pode fazer parte da investigação e do acompanhamento do diabetes gestacional, ajudando o obstetra a avaliar como o organismo da gestante está respondendo à alimentação ao longo da gravidez. O protocolo exato de exames para rastreio de diabetes gestacional, porém, varia e deve ser sempre definido pelo médico responsável pelo pré-natal.
