Exame de Estriol Livre - Não Conjugado
Exame de Estriol Livre - Não Conjugado
R$ 30,00
Exame de Estriol Livre - Não Conjugado
R$ 30,00
Informações da coleta
Prazo do resultado
3 dias úteis
Material coletado
SORO
Método de coleta
Segunda-feira a sábado
Instruções de preparo
Jejum: Jejum aconselhável de 4 horas. (ESTRI)
Exame de Estriol Livre - Não Conjugado
Exame de sangue que mede o estriol não conjugado, um hormônio produzido pela placenta e pelo feto, utilizado na triagem pré-natal.
O que é o Exame de Estriol Livre?
O exame de estriol livre mede a concentração do estriol não conjugado (uE3) no sangue materno. O estriol é um hormônio estrogênico produzido ao longo da gestação a partir da colaboração entre o fígado fetal e a placenta. Sua presença no sangue da gestante reflete o funcionamento conjunto desses dois elementos: feto e placenta.
Durante a gestação, o feto produz precursores hormonais que são convertidos em estriol pela placenta e, em seguida, liberados na circulação materna. Por isso, os níveis de estriol livre no sangue da mãe funcionam como um indicador da saúde e do desenvolvimento do feto e do bom funcionamento da placenta.
Os níveis de estriol livre aumentam progressivamente com o avanço da gravidez. Valores baixos fora do esperado para a idade gestacional podem ser um sinal a ser investigado pelo médico, mas é importante ressaltar que a interpretação só pode ser feita em conjunto com outros exames e dados clínicos da gestação.
Para que serve o exame de estriol não conjugado (livre)?
O estriol livre é um dos marcadores utilizados na triagem pré-natal de segundo trimestre, conhecida como "triplo teste" ou "quádruplo teste", painéis de exames que, combinados, avaliam o risco de certas alterações cromossômicas no bebê, como síndrome de Down (trissomia 21), síndrome de Edwards (trissomia 18) e defeitos do tubo neural.
O exame também pode ser solicitado para avaliar o bem-estar fetal e a função placentária em gestações de risco ou com intercorrências.
Em mulheres não grávidas, o estriol livre não tem indicação clínica relevante, sua utilidade está praticamente restrita ao contexto da gestação.
O médico obstetra é quem define quando e como solicitar o exame, qual semana de gestação é a mais indicada para a coleta e como interpretar os resultados em conjunto com ultrassonografia e outros marcadores séricos.
Quais as doenças relacionadas
O exame de estriol livre pode estar relacionado à investigação e ao rastreio da infertilidade.
Resultados alterados no estriol livre podem levantar a necessidade de investigação adicional, mas não confirmam nenhum diagnóstico por si sós. A interpretação sempre deve ser feita pelo médico especialista.
É necessário algum tipo de jejum ou preparo para realizar este teste?
Recomenda-se jejum de 4 horas antes da coleta. Água pode ser ingerida normalmente.
O exame é realizado com uma amostra de sangue colhida em tubo seco (vermelho) ou tubo com gel separador (amarelo). Informe ao médico a data exata da última menstruação e a semana de gestação no momento da coleta, pois os valores de referência do estriol livre variam conforme a idade gestacional.
*As informações desta página têm caráter informativo e não substituem a consulta médica. Procure sempre um médico para avaliação e interpretação dos seus resultados.
Conteúdo revisado por: Camila Weber, Farmacêutica e Bioquímica (CRF-PR 15.904), especialista em bacteriologia clínica.
Responsável Técnico: Dr. Gustavo Aguiar Campana (CRM-SP 112181), especialista em Patologia Clínica/Medicina Laboratorial.
Perguntas frequentes
O estriol livre é tipicamente solicitado entre a 15.ª e a 20.ª semana de gestação, como parte da triagem pré-natal do segundo trimestre (triplo ou quádruplo teste). A semana exata de coleta deve ser definida pelo seu obstetra, pois a interpretação dos resultados depende da idade gestacional precisa.
Não necessariamente. O estriol livre é apenas um dos marcadores utilizados na triagem pré-natal, ele nunca é analisado isoladamente. Um resultado baixo pode aumentar o risco estimado de certas condições, mas isso não confirma diagnóstico. O médico avaliará o conjunto de todos os marcadores, a ultrassonografia e outros fatores para calcular o risco individual e orientar os próximos passos, que podem incluir exames diagnósticos mais específicos, se necessário.
Não. O estriol livre é um exame de triagem, ele estima riscos, mas não diagnostica. A amniocentese e a biópsia de vilo corial são exames diagnósticos que analisam diretamente os cromossomos do bebê. A realização desses procedimentos é uma decisão que deve ser tomada junto com o médico, levando em conta os resultados da triagem e outros fatores individuais.
